quarta-feira, 24 de junho de 2015

Por um mundo melhor...

Para cuidarmos melhor do mundo precisamos de boas ideias como estas...

Casinha de passarinho


Casinha para cachorro


Disponível em: http://lili-gata.blogspot.com.br/2012_04_01_archive.html

Jardins feitos de Pet

Ideia retirada do site:



https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEic0o98pIryTui7kP2-7dZ4zlNNW-uFmFu21MVeCRE9NJb3tnF4Cpw345UARu2IbdIEQLN0bzxnZvoKbdeYgP0o9dkVkAaCQWRnzgrz_lT5Ixv_LH67EQ84smAaOHyI1YNko2IMj2UsuSUb/s1600/garrafaspet.jpg



Abaixo compartilho imagens recebidas pelo Facebook...


















Mesa de Centro de caixote de frutas


Economizando água


Relógio de tampinha de garrafa Pet




Puff


Rolinho de papel higiênico, casca de ovo e alpiste



Copo plástico e alpiste


Jardim com caixa de frutas




Bicicletário de pneu


Vaso de Mosaico de cano de PVC 150 com resto de piso ou revestimento




Aula de localização espacial...

Aula do 4º ano...

Hoje em nossa aula de informática começamos um assunto sobre localização espacial. Cada aluno através de um texto e de um desenho mostrar como percebe a sua localização espacial. Iniciaremos com a casa, depois partiremos para a escola, em seguida o bairro e a cidade, depois o estado e por fim o país.

Iniciamos o trabalho com uma produção textual. Cada aluno explicou no Editor de texto como é a sua casa. Em seguida, desenharam no Editor de Desenho a planta baixa da sua casa.

O desenho serviu como ilustração para o texto.

Veja abaixo o trabalho do aluno Pedro Leonel.

Quando faz sentido publicar as escritas dos pequenos?

Ao visitar o site http://gestaoescolar.abril.com.br, encontrei uma postagem do blog Coordenadoras em Ação, de Eduarda Diniz Mayrinkk, e Leninha Ruiz, formadora na área de Educação Infantil. Neste blog achei muito interessante uma postagens das autoras com o título "Quando faz sentido publicar as escritas dos pequenos?", mesmo título que inseri nessa postagem. 

No tempo que trabalhava com a disciplina Educação Infantil no curso Normal da Rede Estadual, está era uma pergunta constante de minhas alunas, muitas não sabiam se deveriam escrever sobre a escrita não alfabética da criança e também o deveriam fazer com os trabalhos para que os mesmos despertassem mais vontade nas crianças de continuar suas produções.

Achei interessante a postagens das autoras acima porque concordo com a ideia apresentada. Abaixo transcrevo parte da postagem da Lenira que considerei muito significativa, apresentando também, duas imagens da experiência da autora. 

Mais abaixo divulgo o endereço para que vocês possam conhecer melhor essas autoras e ver a publicação na íntegra. 

Um forte abraços a todos!!!



"...é importante permitir que as crianças bem pequenas escrevam do modo delas e segundo as próprias ideias."

"Ter um mural para expor o que as turmas produziram é algo bastante comum na maioria das escolas. Nele, vemos desenhos, pinturas, fotos dos pequenos e resultados de pesquisas das crianças realizadas ao longo do ano. Tudo isso é muito válido e pertinente, porque dá vida à instituição, documenta e comunica o trabalho pedagógico e valoriza tudo o que é produzido. Entretanto, quando vejo apenas textos feitos pelos professores, como explicações de imagens, etiquetas ou textos informativos, penso que a escola perdeu uma grande oportunidade de mostrar a escrita dos pequenos – ainda que elas não sejam alfabéticas – numa situação de prática social real, ou seja, num momento que faz sentido escrever para comunicar as descobertas."

"Até hoje, ainda há muito receio em mostrar e publicar o que é produzido pelos pequenos. Acredito que seja porque existe a ideia de que as famílias vão achar estranhos os primeiros escritos dos filhos e entender que tais textos não cumpriram a função de comunicar algo. No entanto, para rebater esses argumentos é preciso ter e deixar claro que aprender a escrever é um processo longo e complexo e cada produção exige muita reflexão. Para chegar a uma escrita alfabética, todos constroem hipóteses, as superam e avançam."

"As crianças sabem que escrevem de maneira diferente dos adultos alfabetizados e perguntar para elas o que escreveram antes de expor a atividade ou quando o professor quer deixar registrado para acompanhar a evolução das produções é muito pertinente."

Sobre essa última citação transcrita acima, recordo-me de algumas experiências que vivi, quando minha filha estava nesta fase das garatujas, onde nada que escrevia fazia sentido. Percebi que cada vez que indagava sobre suas hipóteses de escrita ela me explicava de maneira diferente. Todas as vezes que perguntava sobre o que estava "escrito" ao lado de seus "desenhos escritos", ela me dizia coisas diferentes sobre os mesmos. 

Achei válido não escrever do lado da palavra escrita por ela, porque a criação dela se modificava constantemente. Em alguns momentos tinha um sentido, algum tempo depois se modificava. 

Acredito que a vivência dela permitia que sua "escrita" ganhasse outros sentidos, de acordo com as experiências por ela vividas. Era como que seu vocabulário se ampliasse e suas ideias se expandissem. Era um barato rever com ela cada produção!

Finalizando o pensamento da autora...

"Se a escola compartilha constantemente com as famílias como ocorre o processo de aquisição da linguagem escrita e expõe sempre o que é produzido pelos pequenos, certamente estará valorizando as produções e validando cada fase ou hipótese das crianças."

Concordo com a Lenira, que é preciso compartilhar esse processo com a família. Acompanhar todo esforço cognitivo realizado pela criança, faz com que o sucesso de chegar a fase alfabética, seja valorizado ainda mais pela criança. Visto que, a alfabetização é um processo complexo, que exige paciência e dedicação de todos os envolvidos.

Veja as fotos compartilhada pela autora

Publicar as escritas das crianças é muito válido e pertinente, porque dá vida à instituição, documenta e comunica o trabalho pedagógico (Foto: Leninha Ruiz)

Escritas não alfabéticas com o recurso da transcrição: As crianças pesquisaram sobre castelos e produziram esse cartaz para o mural da escola (Foto: Leninha Ruiz)

Imagem e texto retiradas do site: 
http://gestaoescolar.abril.com.br/blogs/coordenadoras/2015/06/23/quando-faz-sentido-publicar-as-escritas-dos-pequenos/

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Fica a Dica...

Hoje recebi por e-mail o link de um jogo do site Escola Games. Gosto muito desse site! Minhas aulas de Informática Educativa sempre terminam com uma passadinha por ele.

Achei interessante postar a mensagem aqui porque percebi como nós professores podemos ensinar certos assuntos de uma maneira interessante e divertida. Clique na imagem e aproveite.

http://www.escolagames.com.br/jogos/jogoPlural/

Parabéns aos desenvolvedores desse site, realmente é excelente!

Alfabetização e Letramento

Costumo em minhas aulas da disciplina Alfabetização e Letramento, para turmas de 2º e 3º ano do Curso Normal da Rede Estadual do Rio de Janeiro, utilizar o curta-metragem em 3D, "Vida Maria", produzido por Márcio Ramos, como uma estratégia para a reflexão sobre a importância da alfabetização em uma sociedade letrada como a que vivemos.


Diante das dificuldades sócio-econômicas enfrentadas por várias famílias, tanto no sertão cearense, que é o lugar retratado no curta, quanto nos grandes centros urbanos, a escolarização torna-se desnecessária, sem importância. Pois, devido a necessidade maior que é a sobrevivência e a busca pelo sustento da família, as crianças abandonam a escola, abandonam a vida de criança, brincadeiras, sonhos e sua imaginação, para viver a triste realidade que a vida simples e pobre pode lhe oferecer.

Momento de reflexão do curta "Vida Maria"


Pontos a ser destacados:
- A mãe demonstra a necessidade de saber ler e escrever quando diz a filha para deixar de ficar desenhando o nome e ir ajudar no serviço de casa;
 
- No passar dos anos a fisionomia de Maria, em especial seus olhos e as cores de seus vestidos, mostram uma vida sofrida e a falta de sonho da menina ao virar mulher;
 
- A repetição do mesmo ciclo se reproduz entre as diferentes "Marias".

A Evolução da Internet

A turma 1003 do Curso Normal do Colégio Estadual Dr. Artur Vargas, Angra dos Reis, produziram para a disciplina de Integração das Mídias, um vídeo sobre a Evolução da Internet. O objetivo do trabalho era apresentar o conteúdo sobre internet de maneira diferenciada.

Confira o resultado...

domingo, 22 de junho de 2014

Fica a Dica...

Inicio agora as postagens que resolvi denominar 


A ideia é apresentar dicas de sites educativos ou que possuem textos interessantes. Espero que gostem das dicas e possam aproveitar bastante com seus alunos ou para sua pesquisa.

Abraços a todos!!!!

Inicio minhas dicas  com o site que mais utilizo em minhas aulas de informática educativa com turmas de 1º a 5º anos. Dependendo do nível da turma em relação a utilização do computador muitos outro tipos de sites que mostrarei em postagens futuras.

Conheça agora a minha primeira dica e divirta-se...

 
 
O site Escola Games apresenta vários tipos de jogos educativos, com conteúdos variados, divididos em ordem alfabética e também, em três níveis.
 
Todos os jogos são excelentes e apresentam atividades bem estimulantes e bem apropriadas para trabalhar variados conteúdos de maneira dinâmica.


Dos jogos de 1º nível de dificuldade destaco os seguintes jogos:


Neste jogo você será o piloto de um avião e poderá colocar em prática seu conhecimento sobre os números de 1 a 100, o alfabeto e as famílias silábicas.
 
Ao iniciar o jogo, o piloto deverá escolher qual o desafio que quer enfrentar letras, números e sílabas, e ao escolher, viajará entre estrelas mágicas que possibilitará capturar aquilo que será proposto como desafio.
 
 
O jogo possui inicialmente três fases. Nestas o desafio é contar o número de animais que passam correndo. Antes dos animais passarem o jogo indica qual o animal que você terá que contar.
 
Após concluir estas fases você deverá enfrentar um labirinto e ajudar os animais a encontrarem o caminho de volta para casa.
 
 
 
Este é um excelente jogo para trabalhar conhecimentos matemáticos. Em um quadro o jogo apresenta a quantidade de objetos de 1 a 10 e ao os números. O jogador deverá clicar no numeral correspondente, e em seguida, clicar em conferir.
 
 
No 2º nível de dificuldade destaco os jogos:
 
 
Neste jogo você conhecerá os oitos planetas do nosso Sistema Solar se aventurando entre asteroides e cometas. Para te ajudar apanhe os escudos e as vidas que estão soltas pelo espaço.
 
 
 
 
O jogo Forma Palavras apresenta a máquina de uma fábrica que mostra uma imagem de algum objeto que tem suas letras embaralhadas dentro de lâmpadas.
 
O jogador deverá colocar em ordem as lâmpadas de maneira que o nome do objeto seja formado e logo a luz amarela será acesa indicando o acerto na escrita da palavra.
 
Caso o jogador erre a palavra a luz vermelha se acenderá retirando as letras que estiverem colocadas no lugar errado.
 
 
Neste jogo você terá que raspar os balões verdes e descobri que fruta aparecerá. Antes do mostro comê-la aparecerá o nome da fruta e suas propriedades nutritivas.
 
Enfim, temos os jogos de 3º nível de dificuldade:
 
 
 O objetivo deste jogo é separar a sílaba e encarar o labirinto.
 
Ao iniciar o jogo você deverá escolher a categoria: Animal, fruta, inseto etc. Em seguida, aparecerá a palavra e as divisões que deverão ser feitas.
 
Após vencer cinco vezes e receber cinco estrelas, você deverá guiar o mascote pelo labirinto até pegar todas as sílabas. Cuidado com os obstáculos e boa sorte!!!!
 
 
Neste jogo você deverá acertar o relógio de acordo com a indicação da placa ao lado da imagem. Arraste os ponteiros para acertar o relógio.
 
 
O jogo Bruxa dos Acentos é um jogo muito interessante para exercitar seu conhecimento de acentuação.
 
No caldeirão da bruxa aparece uma palavra e nas poções da bruxa estão os acentos que ela roubou. Você precisa pegar o acento correto e colocá-lo na palavra de maneira correta.
 

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Objetivos de Aprendizagem

A primeira contribuição tem como assunto principal "os objetivos de aprendizagem" 

Tenho estudado sobre o assunto e considero de grande valia ampliar as discussões sobre esse tema.
 
Inicio nossa reflexão com um vídeo muito interessante do profº João Mattar, que analisa os objetivos de aprendizagem na educação, citando sua preocupação com os objetivos pré-definidos antecipados ao processo de construção do conhecimento.





Explicando a Taxonomia de Bloom...


No vídeo sobre Objetivos de Aprendizagem o profº cita a Taxonomia de Bloom. Durante meu período de formação em Pedagogia na Universidade Federal Fluminense, muito ouvi falar desta taxonomia e confesso que me deu subsídio em vários momentos de minha vida profissional, quando pensava nos objetivos da minha aula e nas estratégias que utilizaria para alcançá-lo.

Abaixo compartilho um texto que encontrei na rede, o qual considero bem explicativo e acho que poderá esclarecer àqueles não conhecem essa ideia de Bloom o que são os objetivos da aprendizagem. 

A Taxonomia de Bloom
Paula de Waal e Marcos Telles - Agosto, 2004

Benjamin Bloom liderou um grupo formado pela American Psychological Association para criar uma "classificação de objetivos de processos educacionais".

O primeiro passo para a definição dessa taxonomia foi a divisão do campo de trabalho em 3 áreas não mutuamente exclusivas:
- a cognitiva, ligada ao saber,


- a afetiva, ligada a sentimentos e posturas e


- a psicomotora, ligadas a ações físicas.

A Área Cognitiva
Normalmente, quem fala na Taxonomia de Bloom refere-se ao trabalho intitulado "Taxonomia e Objetivos no Domínio Cognitivo" que foi o primeiro a ser publicado (1956).
Ali, Bloom classifica os objetivos no domínio cognitivo em 6 níveis que, usualmente, são apresentados numa seqüência que vai do mais simples (conhecimento) ao mais complexo (avaliação); cada nível utiliza as capacidades adquiridas nos níveis anteriores. As capacidades e conhecimentos adquiridos através de um processo de aprendizagem são descritas por verbos.
Assim, os objetivos de aprendizagem de um curso, or exemplo, podem ser definidos com o auxíliuo do quadro abaixo:


Taxonomia de Bloom

Área Cognitiva


níveis



objetivos



capacidades a adquirir

- conhecimento

lembrar informações sobre: fatos, datas, palavras, teorias, métodos, classificações, lugares, regras, critérios, procedimentos etc.definir, descrever, distinguir, identificar, rotular, listar, memorizar, ordenar, reconhecer, reproduzir etc.
- compreensão



entender a informação ou o fato, captar seu significado, utilizá-la em contextos diferentes.classificar, converter, descrever, discutir, explicar, generalizar, identificar, inferir, interpretar, prever, reconhecer, redefinir, selecionar, situar, traduzir etc.
- aplicaçãoaplicar o conhecimento em situações concretasaplicar, construir, demonstrar, empregar, esboçar, escolher, escrever, ilustrar, interpretar, operar, praticar, preparar, programar, resolver, usar etc.
- análiseidentificar as partes e suas inter-relaçõesanalisar, calcular, comparar,
discriminar, distinguir, examinar, experimentar, testar, esquematizar, questionar etc.
- síntese
combinar partes não organizadas para formar um todocompor, construir, criar, desenvolver, estruturar, formular, modificar, montar, organizar, planejar projetar etc.
- avaliaçãojulgar o valor do conhecimentoavaliar, criticar, comparar, defender, detectar, escolher, estimar, explicar, julgar, selecionar etc.

A Área Afetiva
Os objetivos de aprendizagem considerados na Área Afetiva estão ligados a idéias como comportamento, atitude, responsabilidade, respeito, emoção, valores.
Seguindo o modelo adotado para a área cognitiva, os objetivos são descritos por verbos.


Taxonomia de Bloom

Área Afetiva


níveis



objetivos



capacidades a adquirir

recepçãodar-se conta de fatos, predisposição para ouvir, atenção seletivadar nome, descrever, destacar, escolher, identificar, localizar, manter, perguntar, responder, seguir, selecionar, usar etc.
respostaenvolver-se (participar) na aprendizagem, responder a estímulos, apresentar idéias, questionar idéias e conceitos, seguir regras.adaptar-se, ajudar, apresentar, desempenhar, discutir, escrever, estudar, falar, responder, selecionar, etc.
avaliaçãoatribuir valores a fenômenos, objetos e comportamentos.aproximar, completar, convidar, demonstrar, diferenciar, dividir, explicar, iniciar, justificar propor etc.
organização (de valores)atribuir prioridades a valores, resolver conflitos entre valores, criar um sistema de valoresadaptar, alterar, combinar, comparar, completar, concordar, defender, explicar, formular, generalizar, identificar, integrar, inter-relacionar, modificar, ordenar, organizar, preparar, relacionar, sintetizar etc.
internalizaçãoadotar um sistema de valores, praticar esse sistemaagir, cooperar, desempenhar, generalizar, influenciar, integrar, modificar, ouvir, propor, questionar, resolver, revisar, ser ético, verificar etc.

A Área Psicomotora
Bloom e sua equipe nunca desenvolveram uma taxonomia para a área psicomotora mas outros especialistas o fizeram. Esse é o caso de A. Harrow, A. que, em 1972, propos uma taxonomia de 6 níveis: reflexos, movimentos básicos, habilidades de percepção, habilidades físicas, movimentos aperfeiçoados e comunicação não verbal.
A Revisão da Taxonomia
Em 2001, Anderson and Krathwohl publicaram um revisão da taxonomia de Bloom na qual foram combinados o tipo de conhecimento a ser adquirido (dimensão do conhecimento) e o processo utilizado para a aquisição desse conhecimento (dimensão do processo cognitivo).



Obs.: O link para ler o texto na íntegra é:
 http://www.dynamiclab.com/moodle/mod/forum/discuss.php?d=436
______________________________________________________
Professora: Alessandra Camargo
http://profaclemes.blogspot.com.br/

Vamos falar de Educação

Olá pessoal,

A partir dessa postagem iniciarei vários post sobre assuntos relacionados com Educação, Educação a distância e Tecnologia na Educação. Todas as fontes utilizadas estarão nitidamente indicadas. Serei construtora e multiplicadora de informações sobre essa áreas. Espero que esse espaço traga muitas contribuições para seus estudos e pesquisas.

Abraços a todos!!!


Créditos da imagem ao site: http://www.magiagifs.com.br/dolls/dollsdiferentespage01.htm

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Curso de Formação Continuada Regular - Projeto SEEDUC

A SEEDUC em parceria com a Fundação CECIERJ criou o programa de aperfeiçoamento para Formação Continuada Regular de Professores da Rede Estadual do Rio de Janeiro.

Esse programa tem como objetivo principal efetiva os conteúdos do Currículo Mínimo, capacitando o professor para que este domine significativamente o conhecimento sobre o assunto ao qual vai lecionar e possa, a partir da aplicação de planos de trabalho ver sua prática pedagógica efetivada.

Apoiadas pelas universidades do Consórcio CEDERJ, são oferecidas disciplinas que exigem do professor a dedicação em atividades semanais, além dos encontros presenciais de formação.

No dia 10/08/2013 foi realizada a primeira capacitação do 2º semestre que teve participação de professores de áreas variadas, como: Matemática, Geografia, Língua Portuguesa, Química, entre outras.

Foto da formação na escola/polo CIEP 048 Djalma Maranhão